O romance Catorze domingos é uma autoficcção psicodélica, que mistura a realidade vivida durante os seis anos de faculdade com as experiências oníricas induzidas pelo álcool e pela literatura. Em uma narrativa coming of age, descobrimos que não só os eventos acontecidos mas também os imaginados moldam quem somos e, principalmente, nossa percepção de nós mesmos. Em uma narrativa repleta de referências literárias e cinematográficas, acompanhamos o protagonista durante sua jornada de aprendizado na universidade, um aprendizado feito em salas de aula, livros, e, principalmente, nas bordas dos sonhos. Passeando por uma Curitiba feérica, encontramos alter-egos de Herman Hesse, Henry Miller e Albert Camus, que guiam o autor rumo ao autoconhecimento.

A Filha do Oeste

Júlia Ward é uma carateca que está praticando para um campeonato quando começa a ver estranhas luzes no topo do Monte Sentinela. Desafiando o bom senso, decide investigar e descobre que a ilha onde mora depende dela para sobreviver.

Disponível na Amazon

Perdedores – A trajetória de um escritor sem talento

Se conseguir, desista.

               Tentar é difícil. Você consome tempo, saúde, bom humor e, provavelmente, vai chegar ao mesmo lugar que a pessoa que desistiu no início. Por isso, repito. Se conseguir, desista.

Mas, alguns de nós são teimosos. Não conseguem desistir. Histórias insistem em sangrar de feridas nunca cicatrizadas e continuamos fracassando. Esse acúmulo de fracassos leva à mágoa, à angústia, à autocomiseração. Mas não podemos negar esses sentimentos. Temos que abraçar a mágoa, amar o fracasso e destilar angústia, deixando esse trabalho amargo transcrito em prosa, verso e alma.

O que você lerá aqui, é o resultado desse (fracasso) trabalho.